O ministro Gilmar Mendes voou de Cuiabá para Congonhas, na última segunda-feira, em um avião da FAB, diz a Folha.
À reportagem, a assessoria do magistrado disse que a solicitação foi feita à FAB por não haver voos de carreira disponíveis no trajeto para que ele cumprisse um compromisso no TRE na capital paulista.
Ainda segundo a assessoria, “em nenhum momento a demanda foi feita sob a justificativa de segurança”.
Vale lembrar que Gilmar Mendes foi hostilizado em um voo comercial na semana passada.
O ministro enviará representação à Polícia Federal para que ela investigue quem o xingou em um voo no sábado (27), informa a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo.
O magistrado foi chamado, entre outras coisas, de "cagão" e "bosta".
Além disso, Gilmar Mendes pediu também abertura de inquérito também para que a PF investigue um homem que lidera o grupo Tomataço e que ofereceu R$ 300 para quem acertasse um tomate no magistrado.
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Criança de três anos morre após tomar vacina contra a febre amarela
O caso aconteceu em Osasco, na Grande São Paulo, no último dia 19. Um menino de 3 anos morreu sete dias após tomar a vacina contra a Febre Amarela.
Ele foi atendido em um hospital particular com quadro de encefalite (inflamação no cérebro).
Em nota, o hospital disse que, no dia 17, Murilo Pio deu entrada no centro médico com febre e aumento dos gânglios linfáticos. Na ocasião, ele passou por exames e foi liberado com diagnóstico de “nasofaringite aguda” (resfriado).
Um dia depois, a família retornou ao hospital com queixa de vômito. Na nova consulta, ainda segundo a unidade de saúde, os médicos receberam a informação que a criança tinha apresentado reação após ser medicada pela avó. Os pais do menino também revelaram que ele tinha sido vacinado contra a febre amarela.
Durante exames, a criança apresentou contrações musculares da face e, antes do término do exame, teve uma crise convulsiva generalizada. O garoto acabou sofrendo uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. O hospital disse aguardar o laudo do Instituto Médico Legal (IML) para confirmar a causa da morte do paciente.
A prefeitura de Osasco, porém, considerou “prematuro” afirmar que a morte foi provocada pela vacina. “É preciso investigar a causa, o que será feito pelo Instituto Adolfo Lutz.”
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